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Agronegócio
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Santa Catarina registra recorde em exportações de carnes em 2026

Crescimento em volume e receita impulsionam o setor agrícola estadual.

Camila Souza Ramos22 de junho de 2026 às 19:47
Santa Catarina registra recorde em exportações de carnes em 2026

Entre janeiro e maio de 2026, Santa Catarina alcançou um marco histórico ao exportar 883,7 mil toneladas de diversas carnes, gerando uma receita de US$ 2,01 bilhões, o que representa um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados, disponibilizados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri/Cepa, indicam um crescimento de 7,4% no volume e 12,1% na receita, estabelecendo novos padrões para os primeiros cinco meses do ano.

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Santa Catarina possui um patrimônio sanitário reconhecido internacionalmente, que abre portas para mercados exigentes e fortalece a competitividade das nossas carnes no exterior. Esse resultado histórico é fruto do trabalho conjunto dos produtores, agroindústrias e do sistema de defesa agropecuária do estado

Jorginho Mello, Governador.

As exportações de carne suína também se destacaram, com 308,4 mil toneladas enviadas e uma receita de US$ 771,2 milhões, marcando crescimento de 3% no volume em comparação com 2025.

Desempenho das Exportações

No que diz respeito à carne de frango, Santa Catarina embarcou 543,1 mil toneladas, resultando em um faturamento de US$ 1,15 bilhão. Este desempenho representa um aumento de 9,4% no volume e 13,5% na receita, consolidando um novo recorde no faturamento e sendo o segundo maior volume desde 1997.

Os produtos catarinenses são enviados para mais de 150 mercados globais, incluindo Japão, Coreia do Sul, União Europeia, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Países Baixos.

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É o reflexo da confiança construída ao longo de décadas na qualidade e segurança dos produtos do Estado

Admir Dalla Cort, Secretário de Estado da Agricultura e Pecuária.

Contexto Importante

Santa Catarina é referência em controle sanitário no Brasil. Reconhecida pela OMSA em 2007 como livre de febre aftosa sem vacinação e em 2015 como livre de peste suína clássica, o estado apresenta baixas taxas de brucelose e tuberculose bovina.

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