SIF fortalece cadeia pecuária de asininos com rigor sanitário
Exigências sanitárias garantem qualidade e controle do comércio

O rigoroso cumprimento das normas documentais e sanitárias tem sido essencial para a evolução da cadeia pecuária dos asininos. O Serviço de Inspeção Federal (SIF), que atua sob o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), garante que nenhum animal seja abatido sem atender a todos os requisitos legais exigidos.
Importância da Guia de Trânsito Animal
Uma das principais exigências é a Guia de Trânsito Animal (GTA), que deve acompanhar todos os lotes que chegam aos frigoríficos habilitados. Essa documentação é emitida pelo órgão responsável de defesa sanitária do estado de origem, ligando formalmente a propriedade que envia os animais ao frigorífico de destino. Segundo o zootecnista Alex Bastos, a falta desse documento proíbe estritamente o desembarque dos animais.
✨ A ausência da GTA impede o abate e garante a rastreabilidade dos animais.
Triagem rigorosa e inspeção ante-mortem
Ao chegarem ao frigorífico, os animais passam por uma seleção rigorosa conduzida por profissionais do SIF, incluindo auditores fiscais e médicos-veterinários. Eles realizam inspeções detalhadas, buscando identificar sinais de doenças ou lesões resultantes do transporte, além de verificar a conformidade das informações na GTA.
Contexto sobre o mercado externo
A robustez da documentação e dos processos sanitários não apenas fortalece o mercado interno, mas também garante a aceitação das proteínas de origem animal brasileiras no mercado internacional, onde a demanda por produtos derivados de asininos está em crescimento.
O cuidado com o bem-estar animal se estende desde o transporte até a insensibilização no abatedouro. Essas práticas são comparáveis às aplicadas em cadeias reconhecidas mundialmente, como a de bovinos, suínos e aves, como ressalta Bastos.
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