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Agronegócio
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Soja no Brasil: mercado lento e preços estáveis nesta quarta-feira

Análise indica movimento comercial fraco e cotações mantidas

Gabriel Rodrigues05 de agosto de 2026 às 20:00
Soja no Brasil: mercado lento e preços estáveis nesta quarta-feira

O mercado de soja no Brasil apresentou movimentações limitadas nesta quarta-feira, com negócios ocorrendo principalmente entre portos e a indústria. Segundo Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, o ritmo de comercialização permanece tímido, com cotações quase inalteradas na maioria das regiões.

As cotações da soja foram afetadas pela leve queda observada na Bolsa de Chicago, enquanto o dólar apresentou volatilidade. Os prêmios nos portos altos continuam a oferecer suporte aos preços, mas a atividade comercial está restrita, uma vez que os produtores estão hesitando em vender, em busca de ofertas mais vantajosas.

O produtor continua afastado do mercado, priorizando melhores oportunidades de negócio.

Mudanças nos Preços Regionais

Nas principais localidades do Brasil, os preços da soja apresentaram os seguintes ajustes:

  • 1Passo Fundo (RS): de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • 2Santa Rosa (RS): de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • 3Cascavel (PR): de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • 4Rondonópolis (MT): mantido em R$ 127,00
  • 5Dourados (MS): de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • 6Rio Verde (GO): mantido em R$ 127,00
  • 7Paranaguá (PR): de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • 8Rio Grande (RS): de R$ 144,00 para R$ 145,00

Cenário em Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago tiveram uma leve queda, com o clima nos EUA favorável às lavouras. A pressão nos preços também foi influenciada pela queda do petróleo e a expectativa de um possível acordo entre Irã e Estados Unidos, o que está afetando a commodities.

Os contratos de soja com entrega em novembro terminaram a sessão a US$ 11,74 3/4 por bushel, com uma baixa de 0,25%. Enquanto isso, no mercado financeiro, o dólar comercial terminou a R$ 5,1299 para venda, refletindo uma leve desvalorização de 0,07% em relação ao fechamento anterior.

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