Área abrigou sepulturas com homenagens a animais de estimação até a década de 1970.

O Parque Ibirapuera, que se tornou um dos principais pontos turísticos de São Paulo, abrigou até a década de 1970 um cemitério de animais com centenas de sepulturas. O local era caracterizado por túmulos ornamentados com esculturas, fotografias e homenagens a bichos de estimação.
Duas lápides sobreviventes da desativação do cemitério ainda podiam ser vistas em 2023 e remontam à época em que a União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), fundada em 1895, operava no local, que também contava com um hospital veterinário e um abrigo para animais.
✨ O cemitério, denominado Cemitério Zoófilo, foi instalado na década de 1920 e ocupava 13,2 mil metros quadrados. Contava com uma enfermaria geral para atendimento veterinário, além de receber visitantes.
Eventualmente, a UIPA precisou abandonar o local no início dos anos 1970 durante a gestão do prefeito José Carlos de Figueiredo Ferraz. Isso resultou na destruição da maior parte das sepulturas, restando apenas duas lápides no parque.
As lápides, localizadas entre os portões 4 e 5 do Parque Ibirapuera, homenageiam Pinguim, um cachorro com inscrição dedicada por seus tutores, e Fiel, um pastor-alemão, que tinha o maior monumento do cemitério. Historicamente, essas estruturas ajudam a preservar a memória de um espaço que dedicava sua atenção ao acolhimento e sepultamento de animais.
Em 2023, a administração do parque instalou uma placa informativa para contar essa história aos visitantes.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Chanel faleceu aos oito anos após parada cardíaca em hospital veterinário.

Polícia Civil do Paraná apura possível crime ligado a incidentes recentes

O tubarão-cobre Bukang-i se estabeleceu em uma área urbana e desafia autoridades a devolvê-lo ao mar.

Animal sobrevivente de enchentes no RS poderá se reproduzir após adaptação.