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CNA contesta investigação dos EUA sobre trabalho análogo à escravidão

Entidade defende a legislação brasileira e acusações infundadas

Gabriel Azevedo20 de abril de 2026 às 16:05
CNA contesta investigação dos EUA sobre trabalho análogo à escravidão

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) formalizou sua resposta a uma investigação do governo dos Estados Unidos que critica a efetividade do Brasil no combate ao trabalho forçado. A entidade apresentou documentos técnicos para refutar as alegações e demonstrar a eficácia da legislação brasileira.

Defesa da CNA

Por meio de sua resposta, a CNA defendeu o setor agropecuário em relação à investigação iniciada pelos EUA, fundamentada na seção 301. Essa seção alega que a ausência de um regime que impeça a importação de bens produzidos sob condições de escravidão poderia resultar em danos à economia e ao comércio norte-americano.

Elementos da defesa

Na defesa, a CNA apresenta evidências que atestam a solidez do arcabouço legal no Brasil voltado para a erradicação do trabalho escravo. A entidade afirma que as penalizações impostas ao setor agropecuário são mais rigorosas do que aquelas aplicadas em outros países mencionados na investigação.

A CNA destaca as diferenças na regulamentação do trabalho análogo à escravidão entre os países envolvidos na investigação.

Por fim, a confederação enfatiza a necessidade de discutir o tema com um enfoque de cooperação e multilateralismo, buscando um diálogo construtivo sobre a questão.

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