Feminicídio no Brasil cai 2,5% no primeiro semestre de 2026
Registros de feminicídio diminuem, mas alvos de aumento persistem

O Brasil alcançou uma diminuição de 2,5% nos casos de feminicídio no primeiro semestre de 2026, totalizando 741 registros, em comparação com 760 no mesmo período de 2025. Esses dados são de um relatório elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em conjunto com o Ministério das Mulheres.
Uma análise regionalizada
Embora a média nacional tenha caído, alguns estados experimentaram um aumento preocupante nos casos. Goiás, por exemplo, viu uma elevação de 113%, enquanto Sergipe e Amazonas impactaram a estatística com aumentos de 71,4% e 66,7%, respectivamente.
✨ Regiões como o Norte e Nordeste mostraram as maiores reduções, com -20,0% e -19,9%, respectivamente.
Além disso, quatro estados apresentaram estabilidade nas estatísticas: Bahia, Espírito Santo, Pará e Tocantins. As reduções significativas foram observadas em Acre, Rondônia, Roraima, Piauí, Maranhão e Pernambuco.
O que está sendo feito?
Em fevereiro de 2026, o governo federal lançou um pacto nacional para o combate ao feminicídio, envolvendo diversas esferas do poder. Em um balanço feito pelo presidente Lula após 100 dias da iniciativa, ele anunciou melhoras, como a redução no tempo necessário para a análise das medidas protetivas voltadas a mulheres em situação de violência.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Brasil

Golpes envolvendo a Conab preocupam autoridades em todo o Brasil
Estatal ressalta que não realiza cobranças por doações.

Brasil avança no IDHM e destaca desigualdades regionais
País segue grupo de alto desenvolvimento, mas desigualdades persistem.

Receita libera consulta a lote especial de restituição do IR
Lote especial traz devoluções automáticas para 4 milhões de contribuintes

IBGE oferece 8.238 vagas para Censo Agropecuário em 2026
Inscrições para processo seletivo vão até 1º de julho de 2026





