Total do programa de habitação chega a R$ 200 bilhões

O governo federal anunciou um investimento significativo de R$ 20 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida, elevando o orçamento total para R$ 200 bilhões. Essa medida, divulgada nesta quarta-feira (15), visa ampliar as oportunidades de habitação popular no país.
O novo aporte se destina principalmente à faixa três do programa, que atende famílias com rendas entre R$ 5 mil e R$ 9,6 mil, com expectativas de até três milhões de unidades contratadas até dezembro. Além disso, o teto da faixa 2 de renda foi elevado de R$ 9.600 para R$ 13 mil, igualando-se ao teto geral do programa.
Outra mudança importante é o aumento do limite do ticket financeiro, que saltou de R$ 30 mil para R$ 50 mil, facilitando o acesso à moradia. Também foram anunciadas reduções nas taxas de juros do programa, com a taxa da primeira faixa (renda até R$ 3,2 mil) caindo de 1,17% para 0,99%.
✨ Período de amortização ampliado para 72 meses.
Para famílias com renda superior a R$ 3,2 mil, a taxa será reduzida de 1,95% para 0,99%. O prazo para amortização dos financiamentos foi ampliado de 60 para 72 meses, proporcionando um alívio adicional aos beneficiários.
Recentemente, o Conselho Curador do FGTS aprovou mudanças na elegibilidade de famílias para o programa, elevando as rendas máximas permitidas. As novas faixas são: Faixa 1 de R$ 2.850 para R$ 3.200; Faixa 2 de R$ 4.700 para R$ 5.000; Faixa 3 de R$ 8.600 para R$ 9.600; e Faixa 4 de R$ 12.000 para R$ 13.000.
Os valores máximos dos imóveis financiáveis também foram aumentados, com um incremento de 14% na faixa 3, que agora permite imóveis de até R$ 400 mil, e 20% na faixa 4, elevando o teto para R$ 600 mil.
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Jornalista especializado em Brasil

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