Movimentação ocorre em meio à crise de recursos e infraestrutura nas instituições de ensino.

Nesta segunda-feira, 5, centenas de escolas de ensino médio na França estavam parciais ou totalmente bloqueadas devido a protestos de estudantes, que exigem mais recursos e denunciam a deterioração das condições de ensino.
De acordo com o Ministério da Educação, 413 instituições apresentaram protestos ou perturbações, uma redução de 27% em relação à manhã anterior. Os estudantes se mobilizam por melhores condições, citando a falta de professores, horários excessivos e infraestrutura inadequada.
✨ Um incidente grave ocorreu em Lens, onde um estudante de 15 anos perdeu uma mão ao tentar devolver uma granada de dispersão lançada pela polícia, que explodiu em sua mão.
Movimentos de protesto semelhantes foram relatados em outras cidades como Rennes e Lille, onde houve confrontos com a polícia. Desde o início da mobilização, 24 centros de ensino foram alvo de vandalismo e saques, resultando na detenção de mais de 5.000 pessoas, a maioria menores de idade.
O governo francês, liderado pelo ministro da Educação, Edouard Geffray, busca mitigar as reclamações e se reunirá com representantes regionais para discutir a crise. Também está sendo promovido um projeto de lei que responsabiliza os responsáveis pelos danos a bens públicos pelos custos de reparação.
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Jornalista especializado em Brasil

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