Movimento chega à terceira semana buscando verbas para melhorar infraestrutura escolar.

Estudantes franceses continuam seus protestos, exigindo ações concretas do governo em relação à falta de professores e à precária estrutura das escolas. O movimento, que já entrou na terceira semana, gerou um clima de tensão entre as necessidades de investimento em serviços públicos e as pressões financeiras enfrentadas pelo governo.
Na manhã desta quinta-feira (8), no Liceu Le Corbusier, em Aubervilliers, o ex-aluno Illias Diallo, atualmente estudante de História na Universidade Paris Nanterre, criticou a falta de recursos para a educação. Ele afirmou: "os colégios estão praticamente caindo aos pedaços. Não sobrou dinheiro", ressaltando que há muito tempo as reivindicações estão sendo ignoradas.
A professora de Economia Oceane Bouriat, do mesmo liceu, expressou descontentamento com a resposta do governo às demandas estudantis e fez críticas aos cortes em serviços públicos realizados por administrações anteriores. Ela defendeu a necessidade de compromissos financeiros imediatos, em vez de promessas sem substância.
✨ O Ministério da Educação reportou que 224 escolas de ensino médio estavam fechadas na manhã de quinta-feira, enquanto 151 reabriam parcialmente após fechamento anterior.
De acordo com o ministério, o número de instituições fechadas caiu 30% em comparação com o dia anterior, e 94% das escolas de ensino médio estavam totalmente ou parcialmente abertas.
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Jornalista especializado em Brasil

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