Erupção solar intensa de classe X1.3 ocorre em 4 de março
Explosão potente na região de Manchas Solares 4482 gera preocupação

Uma poderosa erupção solar de classe X1.3 foi registrada no sábado (4), aumentando a já intensa atividade solar observada nos últimos dias. O evento foi identificado na região de Manchas Solares 4482 e comunicada pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) dos Estados Unidos.
Impactos potenciais e o que está em análise
A NOAA está atualmente avaliando as consequências da erupção, especialmente se isso resultará em tempestades solares que possam impactar a Terra. Tempestades solares dirigidas para o planeta podem prejudicar a infraestrutura elétrica, interfere na operação de satélites em órbita baixa e causar desorientação nos sistemas de GPS. Além disso, representam um risco à saúde dos astronautas na Estação Espacial Internacional, expostos a níveis elevados de radiação.
Entendendo as erupções solares
As erupções solares são fenômenos relativamente comuns, ocorrendo várias vezes ao longo do ano. Contudo, uma série de explosões fortes na classe X, como as recentes, é menos frequente. Essas erupções estão ligadas à atividade magnética do Sol, a qual oscila em um ciclo de aproximadamente 11 anos.
"O Sol experiencia uma variação em seu campo magnético que pode resultar em manchas solares e erupções, especialmente durante períodos de alta atividade.
✨ Erupções solares são classificadas em diferentes categorias, sendo a classe X a mais severa.
Classificação das erupções solares
Classe X: Severas, podendo causar grandes interferências. Classe M: Média, com breves interrupções. Classe C: Pequenas, com pouco impacto. Classe B: 10x menores que C. Classe A: 10x menores que B, sem consequências significativas.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Ciência

Larvas de besouro revolucionam preparação de esqueletos em museus
Estudo revela método inovador, rápido e menos prejudicial ao meio ambiente

Fóssil de dinossauro revela florestas temperadas na Antártida
Descoberta de vértebra antiga indica que dinossauros habitavam o continente.

Instituto Biológico busca alternativas sustentáveis para pecuária
Pesquisas visam controlar parasitas sem químicos em São Paulo

Diamante em Juína traz novas pistas sobre água no interior da Terra
Estudo destaca descoberta do CNPEM sobre mineral raro e suas implicações



