Tempo seco e temperaturas elevadas predominam em grande parte do país, mas Rio Grande do Sul concentra instabilidades com possibilidade de chuva e trovoadas.

O clima no Brasil apresenta fortes contrastes nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026. Grande parte das regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste permanece sob influência de condições mais estáveis, com calor e baixa umidade, enquanto áreas do Rio Grande do Sul enfrentam instabilidades, chuva e possibilidade de tempestades.
✨ As temperaturas podem chegar a 39°C em Cuiabá (MT) e 38°C em Porto Velho (RO), segundo a previsão meteorológica.
O Centro-Oeste aparece entre as regiões de maior destaque para o calor. O tempo predominantemente seco favorece rápida elevação das temperaturas durante a tarde, enquanto a umidade relativa do ar pode atingir níveis baixos em áreas do interior.
Cuiabá pode registrar máxima de 39°C, enquanto Porto Velho pode chegar aos 38°C. Grande parte do Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Norte permanece com tempo estável, temperaturas elevadas e baixa umidade.
No Sudeste, predomina o tempo firme em grande parte da região. São Paulo enfrenta mais um período de calor fora do padrão típico do inverno, especialmente no interior, onde as temperaturas sobem e a umidade diminui durante as horas mais quentes.
Na capital paulista, a máxima pode ficar próxima dos 30°C. A combinação entre ausência de chuva e ar seco exige atenção principalmente durante a tarde, período em que os índices de umidade costumam atingir os menores valores.
O cenário é diferente no extremo Sul do país. As principais instabilidades permanecem concentradas no Rio Grande do Sul, especialmente na metade centro-sul, onde existe condição para chuva, trovoadas e tempestades.
✨ Enquanto grande parte do Brasil enfrenta calor e tempo seco, o Rio Grande do Sul concentra o maior risco de chuva forte e tempestades.
A previsão para o período entre 17 e 24 de agosto indica que os maiores volumes de chuva devem se concentrar na Região Sul, em partes da Região Norte e em trechos do litoral Norte e Leste do país. Em pontos do extremo sul gaúcho, os acumulados semanais podem alcançar aproximadamente 150 milímetros.
Além das condições meteorológicas de curto prazo, o cenário climático dos próximos meses merece atenção. Projeções divulgadas pelo INMET com base em dados da NOAA indicam probabilidade igual ou superior a 90% de ocorrência de um El Niño classificado como muito forte em trimestres entre setembro de 2026 e janeiro de 2027.
Caso esse cenário se confirme, o fenômeno poderá influenciar padrões de chuva e temperatura no Brasil durante os próximos meses. Os efeitos, porém, variam de acordo com a região e precisam ser acompanhados por meio das atualizações dos modelos meteorológicos.
No curto prazo, o contraste climático deve continuar sendo o principal destaque. O calor e o tempo seco permanecem relevantes na faixa central do Brasil, enquanto novas mudanças na circulação atmosférica podem favorecer avanço de instabilidades e posterior queda das temperaturas em parte do Centro-Sul.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Jornalista especializado em clima

Frente fria provoca tempestades no Rio Grande do Sul, enquanto áreas do Nordeste permanecem sob alerta para chuvas intensas e risco de alagamentos.

Tempo seco e calor predominam no centro do país, enquanto áreas do Sul voltam a ter risco de tempestades; confira o panorama para as capitais brasileiras.

Previsão desta quarta-feira (12) indica chuva volumosa em áreas do Sul, enquanto Centro-Oeste e parte do Sudeste enfrentam calor e baixa umidade; veja o cenário nas capitais.

Massa de ar polar traz geadas e temperaturas em queda para o Sudeste