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economia
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Alta nos preços da gasolina é ligada a conflito com Irã, diz secretário

Scott Bessent aponta que variação deve ser temporária

Gabriel Rodrigues04 de junho de 2026 às 13:00
Alta nos preços da gasolina é ligada a conflito com Irã, diz secretário

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, declarou em audiência na Câmara dos Representantes que o aumento nos preços da gasolina está relacionado ao recente conflito com o Irã.

De acordo com Bessent, a recente alta nos preços do petróleo é temporária, e o conflito não é oficialmente classificado como guerra. Sua análise foi feita durante uma discussão sobre as prioridades do Departamento do Tesouro.

Pressão sobre combustíveis não deve durar, segundo Scott Bessent.

Questionado pelos parlamentares, Bessent reconheceu a pressão atual sobre os preços dos combustíveis, mas opinou que os efeitos não serão prolongados. Ele não apresentou dados específicos sobre a variação dos preços da gasolina ou detalhes contemporâneos sobre o petróleo.

O secretário também informou que a Casa Branca está buscando progresso no Congresso relacionado à eliminação do imposto sobre combustíveis, embora não tenha especificado quais propostas estão em análise nem os prazos para possíveis votações.

Além disso, Bessent reafirmou que a emissão de dívida pública dos EUA continuará de maneira regular e previsível, enfatizando a importância de manter a credibilidade dos títulos do Tesouro para financiar déficits federais.

No setor agropecuário, o aumento nos preços dos combustíveis e do petróleo é um aspecto muito relevante, pois impacta diretamente os custos de transporte e as despesas logísticas em toda a cadeia de insumos e alimentos. A volatilidade do mercado de energia durante períodos de tensão geopolítica no Oriente Médio usualmente gera variações de custos que afetam operações agrícolas.

Dado que o secretário não forneceu detalhes sobre a extensão da alta ou medidas já implementadas para mitigá-las, ainda não existem dados concretos para avaliar o impacto desses aumentos sobre os preços ou custos no curto prazo.

Por ora, o foco do mercado continuará voltado para a evolução do conflito no Oriente Médio e a trajetória futura do petróleo nos próximos dias, sem novas informações do governo sobre mecanismos de resposta ou previsões de preços.

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