As exportações cresceram 31,7% em relação ao mesmo período de 2025, impulsionadas pela agropecuária.

A balança comercial brasileira anotou um superávit de US$ 1,906 bilhão na primeira semana de setembro, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Esse resultado foi composto por exportações de US$ 7,298 bilhões e importações de US$ 5,392 bilhões.
Em comparação ao mesmo período de setembro de 2025, as exportações apresentaram um aumento de 31,7%. Setorialmente, a agropecuária contribuiu com US$ 1,406 bilhão, marcando uma elevação de 15,7%. A indústria extrativa teve um crescimento impressionante de 84,4%, somando US$ 2,264 bilhões, enquanto a indústria de transformação cresceu 17,9%, alcançando US$ 3,597 bilhões.
✨ No acumulado de janeiro até a primeira semana de setembro, o superávit da balança comercial atingiu US$ 57,224 bilhões, um aumento de 36,7% em relação ao mesmo período de 2025.
As importações também demonstraram crescimento, com um aumento de 8,4% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. A agropecuária representou US$ 89,8 milhões, com uma alta de 3,5%; a indústria extrativa importou US$ 271,4 milhões, com um crescimento de 32,4%; e a indústria de transformação totalizou US$ 5,018 bilhões, um aumento de 7,8%.
O MDIC projeta um superávit de US$ 90,0 bilhões na balança comercial para 2026, correspondendo a uma alta de 32,3% sobre 2025, com expectativas de exportações totalizando US$ 394,4 bilhões e importações de US$ 304,4 bilhões.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

Dólar começou o dia em queda, mas mudou de direção durante a manhã desta sexta-feira (14); mercado acompanha cenário externo e fatores domésticos.

Dólar comercial iniciou a sessão próximo de R$ 5,18, enquanto investidores acompanham indicadores econômicos do Brasil e dos Estados Unidos.

Dólar comercial oscila frente ao real nesta quarta-feira, enquanto investidores acompanham o cenário internacional, juros e novos indicadores econômicos.

Novas tarifas de 25% impactam diretamente a indústria de etanol do Brasil