A economia global também registrou crescimento no período.

A elevação das cotações do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) nesta quinta-feira é influenciada pela onda de calor e pelo plantio nos Estados Unidos, conforme informações da TF Agroeconômica. Após o feriado, surgiram mais preocupações em relação à safrinha, devido à previsão de calor intenso no centro-oeste e aos alagamentos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
No âmbito internacional, a Bolsa de Chicago também registrou alta, com o contrato maio/24 subindo 8,75 pontos, chegando a US$ 4,52 o bushel, a maior cotação desde setembro de 2024. Nesse contexto, as cotações futuras apresentaram variações positivas: o vencimento de maio/24 atingiu R$ 57,35, com aumento de R$ 0,01 no dia, mas queda de R$ 0,55 na semana; julho/24 fechou em R$ 58,47, alta de R$ 0,63 no dia e de R$ 0,56 na semana; enquanto o vencimento de setembro/24 fechou em R$ 60,18, com alta de R$ 0,61 no dia e na semana.
No mercado de soja, a Bolsa de Chicago também registrou alta devido à perspectiva de atrasos no plantio nos Estados Unidos. Os contratos de maio24 e julho24 apresentaram elevações de 1,97% e 2,00%, respectivamente. Apesar das chuvas benéficas que reduziram o déficit hídrico, os traders estão atentos aos possíveis atrasos no plantio da nova safra. No entanto, é importante ressaltar que esse cenário é favorável a curto prazo, uma vez que a melhor umidade no solo pode garantir um volume de safra mais satisfatório.
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