Apenas Maceió e São Luís registraram aumentos no custo comparado a julho.

O custo da cesta básica diminuiu em agosto em 25 das 27 capitais do Brasil, em relação a julho, conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Essa redução é atribuída ao alívio dos preços de itens como batata, café em pó e tomate.
As únicas elevações foram registradas em Maceió e São Luís. Entre os principais recuos, Rio Branco apresentou uma queda de 4,68%, seguido por Manaus com 4,55%, Boa Vista com 4,47% e Aracaju com 3,89%. Outras cidades como Cuiabá, Salvador, Porto Velho, Recife, Goiânia e Belém também registraram reduções significativas.
✨ São Paulo manteve a cesta básica mais cara do país por R$ 900,59, apesar de uma queda de 1,58%.
Os números mostram que, em agosto, a cesta básica custava em média R$ 570,98 em Aracaju, R$ 627,42 em Natal, R$ 627,45 em Maceió e R$ 628,89 em Salvador. Em termos anuais, entre agosto de 2025 e agosto de 2026, houve aumento em 25 capitais, com as maiores altas em Goiânia, Cuiabá e Vitória. Por outro lado, Brasília e Palmas registraram diminuições.
O levantamento também indica que o tempo médio de trabalho necessário para adquirir a cesta básica reduziu, levando 98 horas e 37 minutos em agosto, abaixo das 100 horas e 24 minutos de julho. A despesa com os itens comprometeu em média 48,46% do salário mínimo líquido. O Dieese estimou que o salário mínimo necessário em agosto seria de R$ 7.565,86, equivalente a 4,67 vezes o valor do salário mínimo de R$ 1.621,00.
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