Necessidade de apoio governamental para instalação de refinarias é ressaltada

Empresas estão em diálogos sobre a instalação de plantas para refino de lítio e terras raras no Brasil, mas destacam a necessidade de incentivos fiscais e financiamento para viabilizar esses projetos.
Marisa Cesar, presidente do Conselho da AMC e diretora de Sustentabilidade da PLS, enfatizou em entrevista ao programa Mapa da Mina que o Brasil tem potencial para agregar valor à sua cadeia mineral.
O refino é uma fase crucial na indústria mineral, transformando o lítio de um concentrado em compostos químicos de alta pureza, que são fundamentais na produção de baterias e outros produtos tecnológicos. No caso das terras raras, o processamento químico é essencial para separar elementos valiosos como neodímio e térbio.
✨ O Brasil precisa criar um ambiente mais competitivo para atrair investimentos no setor mineral.
Segundo Marisa, a competitividade do Brasil em relação a outros países depende de políticas públicas que incentivem a industrialização mineral, incluindo benefícios fiscais e financiamentos acessíveis.
Um exemplo é a CBL, que já possui uma refinaria no Brasil produzindo compostos de lítio de alta pureza, demonstrando a capacidade técnica nacional.
Entre as iniciativas discutidas estão a construção de uma refinaria de lítio no Vale do Jequitinhonha e uma unidade para terras raras em Poços de Caldas, ambas em Minas Gerais. Estas regiões são fundamentais para o desenvolvimento mineral do país.
Modelos de financiamento misto estão sendo avaliados, visando envolver empresas, o BNDES e até investidores estrangeiros, para diminuir riscos e aumentar a viabilidade dos projetos.
"Empresas de lítio no Vale do Jequitinhonha estão, sim, com esse desejo de trazerem plantas de refino ao país. Em terras raras acontece o mesmo
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Jornalista especializado em Economia

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