Manifesto defende a concorrência ampla para o novo terminal de contêineres

Um grupo de nove entidades do setor produtivo lançou um manifesto exigindo que o leilão do Tecon Santos 10 ocorra em 2026, sem as restrições que haviam sido inicialmente propostas. O documento enfatiza a importância da "participação isonômica de todos os operadores" para garantir a concorrência no processo.
O novo terminal de contêineres no Porto de Santos, previsto para receber R$ 5,6 bilhões em investimentos, pode aumentar em 50% a capacidade do porto, que já opera próximo do limite. A necessidade de um terminal eficiente é vital, uma vez que o Porto de Santos representa 29% do comércio exterior brasileiro.
As entidades apoiadoras incluem a Abac, ATP, Anea, CBA, Cecafé, Centronave, IBI, Instituto Livre Mercado, e Logística Brasil. O manifesto também expressa respaldo à nova orientação do PPI, que sugere um leilão sem restrições para armadores, permitindo que atuais operadores que vendam seus ativos participem da disputa.
"Na ausência de justificativas concretas, a solução mais racional é a adoção de salvaguardas regulatórias, e não barreiras que comprometam a competição
✨ O Porto de Santos enfrenta o risco de se tornar um gargalo logístico sem a implementação eficiente do novo terminal.
O manifesto alerta sobre o impacto econômico que a falta de investimentos pode ter, incluindo perda de empregos e aumento de preços. As entidades solicitam urgência na conclusão da modelagem e realização do leilão ainda este ano.
O leilão do Tecon Santos 10 originalmente estava programado para 2025, mas foi adiado para 2026 devido a indecisões regulatórias e recomendações do TCU.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

No último pregão útil (30/10/2026) o dólar comercial encerrou perto de R$ 5,45; PTAX do Banco Central ficou em R$ 5,4212. Movimentação reflete tensões políticas domésticas e reação a juros e yields nos EUA.

No último fechamento disponível (21/10/2026) a PTAX registrou R$ 5,0277; na manhã de 22/10 a moeda era negociada em torno de R$ 5,03 em cotações intradiárias.

No último pregão disponível (16/10/2026) a taxa de referência do Banco Central subiu; cenário externo e incertezas eleitorais continuam influenciando o câmbio.

No último pregão (sexta‑feira, 16/10/2026) a PTAX de venda do Banco Central fechou perto de R$ 5,08; provedores de mercado apontavam negócios intradiários ao redor de R$ 5,06.