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FMI Indica Desaceleração da Inflação nos EUA até 2027

Relatório aponta que crescimento do PIB e a inflação devem atingir a meta no futuro próximo.

Giovani Ferreira02 de abril de 2026 às 14:00
FMI Indica Desaceleração da Inflação nos EUA até 2027

De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia dos Estados Unidos se destacou em 2025, com um crescimento de 2%, impulsionado por uma alta produtividade, mesmo frente a relevantes mudanças na política econômica e a um shutdown governamental parcial no final do ano.

Projeções Futuras

Para 2026, o FMI projeta um crescimento do PIB de 2,4% ao comparar o quarto trimestre com o mesmo período de 2025, e uma leve desaceleração para 2,1% em 2027.

A inflação, acompanhada pelo índice PCE, é esperada em 2,8% em 2026, com a previsão de queda para 2% em 2027, atingindo assim a meta desejada pelo Federal Reserve.

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A trajetória de desinflação será impulsionada pela mitigação dos efeitos de tarifas e pela expectativa de queda nos preços do petróleo

FMI

A inflação ainda apresenta comportamento resiliente no curto prazo.

Contexto Econômico

O crescimento da ocupação deve continuar desacelerando, refletindo uma expansão populacional menor na faixa etária ativa.

Apesar disso, a taxa de desemprego deverá se manter em torno de 4% nos próximos anos, conforme as previsões do FMI.

Os riscos para o crescimento e o mercado de trabalho a curto prazo são vistos como equilibrados, mas a alta dos preços de energia representa um fator de pressão inflacionária. Além disso, preocupações com incertezas internas e globais, como o conflito no Oriente Médio, foram destacadas.

No que se refere à política fiscal, o FMI observa que a dívida pública dos EUA deverá ultrapassar 140% do PIB até 2031 devido a déficits prolongados. A taxa de tarifas de importação deve se estabilizar entre 7% e 8,5%, devido à implementação de novas medidas.

Sobre a política monetária, a análise do FMI concorda que os cortes de juros do Fed em 2025 foram adequados, embora haja pouca margem para novas reduções em 2026, devido à persistência das pressões inflacionárias.

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