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economia
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FMI recebe pedidos de US$ 15 bilhões de 12 países devido a crise energética

Aumento dos custos de energia e inflação impactam economias globais

Mariana Souza14 de maio de 2026 às 13:25
FMI recebe pedidos de US$ 15 bilhões de 12 países devido a crise energética

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou que doze países solicitaram um total de US$ 15 bilhões em ajuda financeira, resultado das tensões nos mercados energéticos geradas pelo conflito no Oriente Médio.

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A informação foi divulgada por Julie Kozack, diretora de Comunicações do FMI, durante uma coletiva de imprensa. Embora os países solicitantes não tenham sido especificados, foi mencionado que autoridades do Iraque estão entre os que buscaram apoio.

Além do auxílio financeiro, governos têm consultado o FMI sobre como gerenciar a política monetária frente ao aumento dos custos de energia e à pressão inflacionária.

Kozack acrescentou que o FMI está colaborando com o Banco Mundial e a Agência Internacional de Energia (AIE) para enfrentar a atual crise energética.

Projeções e situações econômicas

O FMI manteve suas previsões de crescimento econômico global em 2,5% para 2026, com uma taxa de inflação esperada de 5,4%. As expectativas de inflação de curto prazo aumentaram, embora as perspectivas de médio prazo permaneçam estáveis.

Kozack observou que as condições financeiras atuais continuam flexíveis, o que permite que governos e bancos centrais respondam mais eficazmente à crise.

Durante a mesma coletiva, a diretora mencionou que um desembolso de US$ 1 bilhão para a Argentina deve ocorrer na próxima semana, enquanto as discussões sobre a Venezuela continuam, sem que até agora tenha sido formalizado um pedido técnico.

Kozack ainda comentou sobre as recentes conversas entre os presidentes dos EUA e da China, destacando que o FMI apoia ações que visem a diminuição das tensões comerciais.

Os dados do FMI evidenciam que a crise energética já está impulsionando uma maior demanda por crédito emergencial e orientações econômicas, com os impactos futuros dependendo da flutuação dos preços de energia e das respostas coordenadas entre organizações internacionais.

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