BN
BocaNoticias
AgronegócioPolíticaEconomiaEsportesInternacionalClimaCotaçõesLua Hoje
Agronegócio
Culturas Agrícolas
Produção Rural
Pecuária
Agricultura Sustentável
Política
Governo
Congresso
Leis
Eleições
Economia
Dólar
Juros
Bancos
Bolsa
Commodities
PIB
Criptomoedas
Esportes

Futebol

Brasileirão
Libertadores
Seleção Brasileira
Copa do Mundo
Futebol Internacional
Jogos de Hoje
Internacional
China
EUA
Europa
Clima
Previsão do Tempo
Chuvas
Seca
Cotações
Soja
Milho
Boi Gordo
Café
Açúcar
Trigo
Frango
Algodão
Lua Hoje

Mais categorias

Negócios
Justiça
Mercado Financeiro
Saúde
Vacinas
Pandemias
Tecnologia
Inteligência Artificial
Startups
Drones
Segurança
Meio Ambiente
Sustentabilidade
Carbono
Florestas
Cultura & Entretenimento
Educação
Pesquisa
Universidades
Cursos
Energia
Loterias
Mega-Sena
Lotofácil
Quina
Lotomania
Dia de Sorte
Brasil
Ciência
Automóveis
Gastronomia
Horóscopo
Trabalho
Turismo
Religião
Curiosidades

Sobre Nós

BocaNoticias é seu portal de notícias moderno, trazendo as últimas informações de tecnologia, esportes, cultura e mundo.

Links Úteis

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Publicidade
  • Política de Privacidade

Categorias

  • Agronegócio
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Clima
  • Cotações
  • Lua de Hoje

Newsletter

Receba as principais notícias diretamente no seu email.

© 2026 BocaNoticias. Todos os direitos reservados.

Voltar

Nesta Notícia

0
    Publicidade
    Economia
    2 min de leitura

    Setor produtivo apprehensive com deterioração macroeconômica

    Análise aponta impactos diretos da inflação e juros elevados no agronegócio.

    Camila Souza RamosAtualizado 26 de maio às 12:45
    A
    Setor produtivo apprehensive com deterioração macroeconômica
    Publicidade

    Os indicadores econômicos brasileiros continuam a preocupar o setor produtivo, caracterizado por altas taxas de juros, uma inflação persistente e um agravamento nas contas públicas. A avaliação é de Claudio Brisolara, especialista em agronegócio, que analisou a edição nº 27 do Radar Macroeconômico do Sistema Faesp/Senar.

    O relatório destaca uma deterioração no cenário econômico em março, com impactos diretos nas atividades e no agronegócio. O governo central apresentou um déficit primário de R$ 74,8 bilhões no mês, resultado da postura expansionista da política fiscal, que elevou a dívida bruta a 80% do PIB, aumentando a percepção de desequilíbrio nas contas públicas.

    ✨ O IPCA acumulado atingiu 4,39%, mantendo a inflação em níveis desconfortáveis e exigindo uma política monetária mais rigorosa.

    Com essa situação, o Banco Central decidiu manter a taxa Selic em 14,5% ao ano, o que torna o crédito mais caro e dificulta a capacidade de investimentos de empresas e consumidores. Essa condição é especialmente crítica para o agronegócio, uma vez que os altos juros e os custos financeiros elevados limitam o planejamento da produção e pressionam as margens de lucro.

    O Radar Macroeconômico também revelou uma retração de 0,7% no IBC-Br em março, sinalizando uma desaceleração da economia. No trimestre, apenas a agropecuária sofreu queda, de 0,5%.

    "

    O descompasso fiscal afeta toda a economia, aumentando os obstáculos para o setor produtivo – Claudio Brisolara.

    Brisolara alerta que a falta de responsabilidade fiscal pode prolongar o ciclo de juros altos e esconder os desafios ao crescimento do país. O agronegócio, visto como um dos pilares da economia brasileira, deve enfrentar sérias consequências se não houver avanços nas reformas das contas públicas.

    Publicidade

    Camila Souza Ramos

    Jornalista especializado em Economia com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

    Leia Também

    Queda do IICP e IIPR: Farsul destaca desafios da inflação no agronegócio

    Queda do IICP e IIPR: Farsul destaca desafios da inflação no agronegócio

    Agronegócio
    Faep cobra agilidade em decisões do STF sobre questões do agronegócio

    Faep cobra agilidade em decisões do STF sobre questões do agronegócio

    Agronegócio
    Demanda por recursos de fomento no agronegócio supera R$ 1 bilhão

    Demanda por recursos de fomento no agronegócio supera R$ 1 bilhão

    Agronegócio

    Tópicos Relacionados

    #Inflação#Agronegocio#Juros Altos#Macroeconomia#Politica Fiscal

    Não perca nenhuma notícia!

    Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

    Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

    Gostou desta notícia? Compartilhe!

    Camila Souza Ramos

    Jornalista especializado em Economia

    Publicidade

    Notícias Relacionadas

    Fed mantém política monetária, aguarda clareza econômica e geopolítica

    Fed mantém política monetária, aguarda clareza econômica e geopolítica

    Economia
    Redução da Selic para 14% gera debates na economia brasileira

    Redução da Selic para 14% gera debates na economia brasileira

    Economia
    Conflito no Oriente Médio impacta agronegócio brasileiro com aumento de custos

    Conflito no Oriente Médio impacta agronegócio brasileiro com aumento de custos

    Economia
    Publicidade

    Mais de Economia

    Dívidas da Casas Bahia refletem crise no agronegócio brasileiro
    Economia

    Dívidas da Casas Bahia refletem crise no agronegócio brasileiro

    A situação de grandes varejistas ecoa as dificuldades enfrentadas por produtores rurais.

    17 de ago.Gabriel Rodrigues
    Aumento do petróleo pressiona preços de bens industriais em 2026
    Economia

    Aumento do petróleo pressiona preços de bens industriais em 2026

    Impacto da guerra no Oriente Médio eleva inflação em bens industriais

    30 de mai.Camila Souza Ramos
    Alimentos e bebidas elevam inflação em maio, diz IBGE
    Economia

    Alimentos e bebidas elevam inflação em maio, diz IBGE

    Grupo de alimentos continua a pressionar a inflação brasileira

    12 de jun.Gabriel Azevedo
    Brasil tem desemprego em baixa, mas endividamento recorde em 2025
    Economia

    Brasil tem desemprego em baixa, mas endividamento recorde em 2025

    A disparidade entre a economia aquecida e o crescente endividamento familiar.

    18 de jun.Gabriel Azevedo
    Publicidade