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energia
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ANP aprova regras para aumentar concorrência no mercado de gás

Mudança pode beneficiar consumidores ao reduzir concentração de mercado

Carlos Silva26 de junho de 2026 às 14:10
ANP aprova regras para aumentar concorrência no mercado de gás

A nova regulamentação aprovada pela ANP visa modernizar o mercado de gás natural, permitindo que empresas diferentes acessem estruturas essenciais como terminais de GNL e gasodutos. Esta mudança busca ampliar a concorrência e, consequentemente, beneficiar o consumidor no futuro.

Mudança tem potencial para aumentar a eficiência do mercado de gás.

Com a decisão, a ANP implementa um trecho da Nova Lei do Gás, sancionada em 2021. Essa legislação tem como objetivo combater a concentração do mercado que atualmente favorece grandes empresas do setor, como Petrobras, Eneva e GNA, e abrir espaço para novos investidores.

Carlos Castro, planejador financeiro, faz uma analogia com a privatização do setor de telecomunicações, destacando que a concorrência tende a reduzir custos. "Essa infraestrutura era muito concentrada, e embora a abertura leve tempo para impactar os preços, a competição certamente melhorará a situação para o consumidor", afirmou.

Principais alterações nas regulamentações

Entre as novas diretrizes, as empresas que operam terminais de gás deverão manter separadas as atividades de operação dos terminais de outras operações do grupo. Além disso, as regras definem a divulgação de informações relevantes e evitam que a capacidade dos terminais fique subutilizada.

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A regulamentação é um passo essencial para garantir que o acesso à infraestrutura de gás seja transparente e acessível a todos.

ANP

Contexto

As regras foram desenvolvidas após amplo processo de consulta pública e análise de impacto regulatório visando aumentar a competitividade no setor.

A ANP também enfatizou que, em vez de processos judiciais, priorizará a mediação e conciliação para resolver conflitos que possam surgirem entre as empresas durante as negociações.

Essa é a primeira regulamentação emitida pela agência sobre este tema, com uma segunda norma já prevista para direcionar a resolução de conflitos referentes ao acesso às infraestruturas essenciais.

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