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    Energia
    2 min de leitura

    Ministério de Minas e Energia planeja aumento na mistura de etanol

    Meta é elevar mistura de etanol na gasolina para 35% até 2026.

    Gabriel RodriguesPostado há 27 minutos
    A
    Ministério de Minas e Energia planeja aumento na mistura de etanol
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    O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou sua intenção de publicar, no próximo dia 18 de setembro, uma portaria que regulamenta testes para um aumento significativo na mistura de etanol na gasolina, prevendo uma elevação para 35%. A informação foi revelada pelo secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Cabral Dias Dutra, durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (2/9).

    No dia 4 de setembro, o plano de testes será objeto de avaliação pelo subcomitê técnico que analisa o programa de etanol no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Se aprovado, será submetido ao comitê técnico do CNPE para aprovação final em 11 de setembro, antes de sua publicação.

    ✨ Dutra enfatizou que decisões políticas devem ser fundamentadas em evidências científicas e ressaltou a importância histórica do Proálcool na redução de emissões e na economia do Brasil.

    Em seus comentários, Dutra também mencionou os benefícios proporcionados pelo etanol nos últimos 50 anos, como a redução de 1,4 bilhão de toneladas de carbono e uma economia de aproximadamente US$ 350 bilhões por conta da diminuição nas importações de gasolina. A mistura de etanol começou em 27,5%, subindo posteriormente para 30% e, mais recentemente, para 32%.

    O secretário defendeu que um aumento nas metas de mistura é essencial para que o setor privado possa planejar investimentos futuros, que, segundo ele, podem alcançar R$ 70 bilhões em Capex e quase R$ 1 trilhão em Opex nos próximos 10 a 15 anos. Ele destacou que a elevação para 32% resultará em uma economia de quase 1 bilhão de litros de gasolina importada anualmente.

    Além disso, Dutra abordou a participação crescente do Brasil nas discussões internacionais sobre transição energética, ressaltando que é vital que o país aproveite sua posição de liderança neste contexto. "O Brasil possui uma vocação internacional a ser explorada, o que possui um peso geopolítico significativo", afirmou.

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    Gabriel Rodrigues

    Jornalista especializado em Energia com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

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    Jornalista especializado em Energia

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