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Internacional
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Campanha presidencial na Colômbia abalada por assassinatos

Dois membros da equipe de Abelardo de la Espriella são mortos.

Tiago Abech16 de maio de 2026 às 15:10
Campanha presidencial na Colômbia abalada por assassinatos

Na última sexta-feira, 15 de maio, dois membros da campanha de Abelardo de la Espriella, favorito da direita nas eleições presidenciais da Colômbia, foram mortos em um ataque armado na zona rural.

As vítimas, Rogers Mauricio Devia, coordenador local de campanha, e seu assessor Eder Fabián Cardona, foram abordadas por quatro homens armados em motociclletas enquanto retornavam de uma retirada de material de propaganda no departamento de Meta.

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O fato é alarmante, especialmente em um contexto eleitoral que compromete a participação democrática.

Defensoria do Povo

A segurança é crítica para a eleição de 31 de maio, com candidatos enfrentando ameaças palpáveis.

Nesse cenário importante, Iván Cepeda, senador de esquerda e também favorito nas pesquisas, além de outros candidatos, expressaram preocupações sobre a intensificação das ameaças de morte. Todos eles realizam suas campanhas sob rigorosos esquemas de segurança.

Meta, historicamente associada às extintas Farc, é uma região marcada pela presença de grupos armados e tráfico de drogas, onde a manipulação eleitoral por parte de organizações ilegais é comum.

Contexto de Violência

Entre os anos 1980 e 1990, diversos candidatos presidenciais foram assassinados no contexto do narcotráfico e da violência política no país.

Em outros eventos relevantes, Aida Quilcué, vice-candidata de Cepeda, foi sequestrada em fevereiro por rebeldes dissidentes, e Miguel Uribe, candidato baleado em 2025, teve seu assassinato atribuído a essas mesmas facções.

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