Crise humanitária se agrava com intensificação dos combates entre Houthis e governo

A intensificação do conflito entre os rebeldes Houthis e as forças do governo no Iêmen provocou o deslocamento de mais de 200 mil pessoas, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (7) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).
A OIM classificou como alarmante a situação humanitária diante do aumento dos combates. O número de deslocados subiu de 76 mil em meados de setembro para mais de 200 mil nesta data, a maioria fugindo desde o início dos confrontos no começo do mês passado.
✨ Amy Pope, diretora-geral da OIM, destacou que as pessoas estão desesperadas em busca de segurança, sem encontrar locais seguros para se abrigar.
Desde 2022, quando uma trégua mediada pela ONU interrompeu em grande parte os ataques, essa é a escalada mais severa do conflito, que pode impactar de forma direta as rotas de navegação no Mar Vermelho. Os Houthis já controlam a maior parte do norte do Iêmen, incluindo a capital, Sanaa, e recentemente tomaram toda a costa do Mar Vermelho das forças governamentais, que são apoiadas pela Arábia Saudita.
Em meio a essa crise, mais de 3.700 pessoas também buscaram refúgio em Djibuti. Na última sexta-feira (2), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) alertou que três em cada quatro famílias em algumas regiões do Iêmen estão passando fome, resultado do impacto devastador da intensificação dos combates.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Internacional

O presidente americano afirmou que Teerã está 'perdendo terreno' e descartou a oferta.

A decisão surge em meio a aumento de ataques russos e pedidos de apoio de Kiev.

Israel Katz afirma que o Exército está pronto para 'concluir o trabalho' na região.

Presidente ucraniano afirma que drones russos invadiram espaço aéreo moldavo enquanto ele estava em trânsito.