Medidas incluem restrições às operações financeiras e afetam setor privado.

Os Estados Unidos anunciaram, nesta terça-feira, 29, a intensificação de suas sanções contra Cuba, com ênfase nas restrições às operações financeiras que envolvem a ilha comunista, incluindo impactos no setor privado.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac), parte do Departamento do Tesouro dos EUA, publicou medidas que proíbem transações financeiras “indiretas” com entidades cubanas sancionadas, especialmente aquelas associadas ao aparato de segurança e ao Gaesa, um conglomerado econômico do Exército cubano.
✨ Entre as novas normas, está a eliminação da autorização para as chamadas transações “U-Turn”, que permitiam que bancos americanos processassem pagamentos relacionados a Cuba.
Além disso, o Ofac revogou a permissão para que bancos americanos pudessem “abrir e manter contas exclusivamente em nome de cidadãos cubanos autônomos do setor privado”.
Desde o retorno de Donald Trump ao poder, as relações entre Cuba e os Estados Unidos se tornaram mais tensas. O presidente americano caracterizou Cuba como uma “ameaça extraordinária” à segurança nacional e indicou ações para tomar o controle da situação.
Washington busca uma mudança de regime em Havana e tem implementado um embargo efetivo ao petróleo desde janeiro, o que tem contribuído para a profunda crise econômica e energética que Cuba enfrenta.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Internacional




Proposta de acordo permitiria uso das reservas como garantia para empréstimos.

Ministro das Relações Exteriores critica falta de progresso nas reuniões

Decreto presidencial coloca bens sob controle temporário da L.E.V Management.

Presidente russo destaca impacto de acordos no comércio global e na economia russa