Ações do Pacto Brasil Para Combater o Feminicídio São Destacadas em Encontro no MAM
Debate discute o papel das empresas na segurança das mulheres

No Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, um evento realizado na terça-feira (31) promoveu o debate sobre a responsabilidade empresarial na luta contra o feminicídio, parte dos esforços do Pacto Brasil. O encontro, intitulado "Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural", foi organizado pela Petrobras em colaboração com a Presidência da República e o Banco do Brasil.
Importância da Iniciativa Privada
A primeira-dama Janja Lula da Silva, em entrevista para a CNN Brasil, enfatizou que as corporações são essenciais na luta contra a violência de gênero. Ela argumentou que a união entre o poder público e a iniciativa privada é crucial para um impacto efetivo.
""As empresas desempenham um papel vital na transformação dos comportamentos e na criação de políticas internas que protejam as mulheres. Precisamos unir forças para combater o feminicídio."
Segundo a primeira-dama, as empresas têm o potencial de ser locais seguros para as mulheres e devem servir como espaço de apoio em situações de risco. "Estamos enfrentando uma realidade alarmante no Brasil, com quase seis mulheres sendo assassinadas diariamente", destacou.
✨ Comprometimento das empresas é um fator crucial no combate à violência de gênero.
Contexto
O evento integra uma série de iniciativas voltadas para o fortalecimento de políticas públicas e ações privadas que enfrentam o feminicídio, um grave problema social no Brasil.
A moderadora do encontro, Daniela Filomeno, também ressaltou que a inação reforça a violação dos direitos das mulheres, enfatizando que o sucesso corporativo deve incluir um compromisso com a dignidade e a segurança feminina.
""Uma empresa que ignora a questão da segurança das mulheres não pode ser considerada de sucesso."
Clarice Copetti, diretora executiva de Assuntos Corporativos da Petrobras, abordou a responsabilidade social das empresas em criar ambientes mais seguros e igualitários. Ela sugeriu a necessidade de implementar canais de denúncia e programas de conscientização, além de apoio para as vítimas.
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