Relatório da ONU Mulheres revela forte restrição de direitos

A situação das mulheres no Afeganistão é alarmante, com dados recentes da ONU Mulheres revelando que metade delas sai de casa apenas uma ou duas vezes por mês, devido a severas restrições impostas pelo regime Taliban.
Enquanto o Taliban se prepara para comemorar cinco anos de seu retorno ao poder, o Afeganistão se destaca como o único país no mundo a proibir o acesso de meninas ao ensino médio e de mulheres à universidade.
✨ Uma pesquisa realizada pela ONU Mulheres indicou que mais de 70% das mulheres descrevem sua saúde mental como 'ruim' ou 'muito ruim', devido ao isolamento e falta de oportunidades.
De acordo com o comunicado da ONU Mulheres, a tomada de poder pelo Taliban, em agosto de 2021, desmantelou aos poucos os direitos das mulheres no país, estabelecendo um padrão sem precedentes na era moderna.
A agência também enfatiza que, desde 2021, o Taliban já emitiu mais de 100 decretos que institucionalizam a discriminação contra mulheres e meninas, aprofundando a crise dos direitos humanos nesse grupo.
Além das restrições de movimento, as mulheres afegãs enfrentam uma grave exclusão econômica, com apenas 7% delas empregadas em comparação a 84% dos homens. As novas medidas legais aboliram a igualdade jurídica entre gêneros, tornando o divórcio mais difícil para as mulheres.
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