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Justiça
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Ministra Cármen Lúcia renuncia ao TSE após posse de Nunes Marques

Plenário do STF deve nomear Dias Toffoli para a vaga deixada.

Giovani Ferreira13 de maio de 2026 às 16:05
Ministra Cármen Lúcia renuncia ao TSE após posse de Nunes Marques

A ministra Cármen Lúcia decidiu renunciar ao restante de seu mandato no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira, 13 de dezembro, após a posse do novo presidente Kassio Nunes Marques.

A decisão foi divulgada pela CNN Brasil e ocorrerá uma eleição simbólica nesta tarde no plenário do STF para escolher quem ocupará a cadeira deixada por Cármen. O ministro Dias Toffoli é o favorito para a nomeação, e espera-se que a eleição seja apenas um trâmite burocrático.

Mudanças na Corte Eleitoral

Na próxima sessão, marcada para quinta-feira (14) às 10h, Dias Toffoli já fará parte da bancada da Corte Eleitoral. A renúncia de Cármen Lúcia se dá após a ascensão de Kassio Nunes Marques à presidência do TSE, o que marca uma nova fase na Corte, agora liderada por ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Com a renúncia, Cármen Lúcia não apenas abre mão da presidência, mas também deixa sua posição no tribunal, onde seu mandato se estenderia até agosto. Nunes Marques e o novo vice-presidente André Mendonça conduzirão o TSE durante as eleições de 2026, cujo primeiro turno está programado para 4 de outubro.

Mudanças significativas no TSE: pela primeira vez, ministros indicados por Jair Bolsonaro assumem o poder na Corte.

Contexto

A estrutura do TSE é composta tradicionalmente por sete membros, incluindo três do STF e dois do STJ, além de dois juristas nomeados pelo presidente da República.

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