Ministra Cármen Lúcia renuncia ao TSE após posse de Nunes Marques
Plenário do STF deve nomear Dias Toffoli para a vaga deixada.

A ministra Cármen Lúcia decidiu renunciar ao restante de seu mandato no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira, 13 de dezembro, após a posse do novo presidente Kassio Nunes Marques.
A decisão foi divulgada pela CNN Brasil e ocorrerá uma eleição simbólica nesta tarde no plenário do STF para escolher quem ocupará a cadeira deixada por Cármen. O ministro Dias Toffoli é o favorito para a nomeação, e espera-se que a eleição seja apenas um trâmite burocrático.
Mudanças na Corte Eleitoral
Na próxima sessão, marcada para quinta-feira (14) às 10h, Dias Toffoli já fará parte da bancada da Corte Eleitoral. A renúncia de Cármen Lúcia se dá após a ascensão de Kassio Nunes Marques à presidência do TSE, o que marca uma nova fase na Corte, agora liderada por ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Com a renúncia, Cármen Lúcia não apenas abre mão da presidência, mas também deixa sua posição no tribunal, onde seu mandato se estenderia até agosto. Nunes Marques e o novo vice-presidente André Mendonça conduzirão o TSE durante as eleições de 2026, cujo primeiro turno está programado para 4 de outubro.
✨ Mudanças significativas no TSE: pela primeira vez, ministros indicados por Jair Bolsonaro assumem o poder na Corte.
Contexto
A estrutura do TSE é composta tradicionalmente por sete membros, incluindo três do STF e dois do STJ, além de dois juristas nomeados pelo presidente da República.
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