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Justiça
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Ministro concede prisão domiciliar a condenada por atos de 8 de janeiro

Alexandre de Moraes determina medidas cautelares rigorosas para Juliana Lopes Barros

Fernanda Lima20 de maio de 2026 às 18:50
Ministro concede prisão domiciliar a condenada por atos de 8 de janeiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu, nesta quarta-feira, 20, conceder a Juliana Lopes Barros o direito à prisão domiciliar humanitária. A mulher está cumprindo uma pena de 17 anos por sua participação nos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023.

A defesa de Juliana argumentou que a condenada é mãe de três crianças, com idades de 8, 10 e 17 anos. Moraes levou em conta que Juliana já exerceu três anos e quatro meses da pena e apresentou bom comportamento durante a detenção.

Regras da Domiciliar

Ao conceder a medida, o ministro impôs algumas restrições. Juliana terá que usar uma tornozeleira eletrônica e não poderá acessar redes sociais, se comunicar com outros envolvidos nos atos ou receber visitantes sem autorização prévia do Supremo, exceto para advogados.

Qualquer descumprimento da prisão domiciliar poderá resultar na reconversão da pena em regime prisional.

Além disso, Moraes determinou a comunicação imediata à Vara de Execução Penal de Luziânia, em Goiás, sobre a nova condição de Juliana.

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