Ministro concede prisão domiciliar a condenada por atos de 8 de janeiro
Alexandre de Moraes determina medidas cautelares rigorosas para Juliana Lopes Barros

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu, nesta quarta-feira, 20, conceder a Juliana Lopes Barros o direito à prisão domiciliar humanitária. A mulher está cumprindo uma pena de 17 anos por sua participação nos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023.
A defesa de Juliana argumentou que a condenada é mãe de três crianças, com idades de 8, 10 e 17 anos. Moraes levou em conta que Juliana já exerceu três anos e quatro meses da pena e apresentou bom comportamento durante a detenção.
Regras da Domiciliar
Ao conceder a medida, o ministro impôs algumas restrições. Juliana terá que usar uma tornozeleira eletrônica e não poderá acessar redes sociais, se comunicar com outros envolvidos nos atos ou receber visitantes sem autorização prévia do Supremo, exceto para advogados.
✨ Qualquer descumprimento da prisão domiciliar poderá resultar na reconversão da pena em regime prisional.
Além disso, Moraes determinou a comunicação imediata à Vara de Execução Penal de Luziânia, em Goiás, sobre a nova condição de Juliana.
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