A PF apura supostas irregularidades ligadas ao advogado e ao senador, envolvendo loterias no Rio de Janeiro.

A Polícia Federal (PF) investiga o advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por suspeitas de utilização de uma rede de empresas para dificultar a rastreabilidade de valores e pagamentos. A investigação destaca a atuação de Willer no mercado de loterias do Rio de Janeiro.
Os investigadores apontam para relações preocupantes envolvendo Willer, Hazenclever Lopes Cançado, ex-presidente da Loterj, e o ex-governador Cláudio Castro, bem como com a operadora Pixs/Rio Pag, empresa de pagamentos vinculada às loterias. A PF encontrou indícios de que Willer pode ter controle oculto sobre a Rede Loto, autorizada a operar apostas esportivas.
✨ Em 2023, a Pixs/Rio Pag venceu um edital da Loterj, o que levanta suspeitas sobre o envolvimento de Willer na empresa, apesar de seu nome não aparecer diretamente no quadro societário.
Documentos da PF revelam transferências significativas ligadas à RIOPAG S.A., além de identificar relações que poderiam facilitar interesses financeiros. As defesas de Willer e Flávio negam qualquer irregularidade, afirmando que a relação entre eles é meramente amigável e que os recursos movimentados são legítimos.
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