Voltar
Justiça
2 min de leitura

Robinho busca liberdade condicional e questiona crime hediondo

Defesa do ex-jogador pede alívio em condenação ao STF

Gabriel Rodrigues21 de julho de 2026 às 17:20
Robinho busca liberdade condicional e questiona crime hediondo

Os advogados de Robinho protocolaram um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 21, solicitando a concessão de liberdade condicional ao ex-jogador. Devido ao recesso da Corte, a solicitação será analisada pelo presidente em exercício, Alexandre de Moraes.

Paralelamente, os defensores tentam convencer o ministro Luiz Fux a reclassificar a condenação de Robinho, que foi sentenciado na Itália a nove anos de prisão por estupro coletivo. Eles argumentam que, sem a classificação de crime hediondo, o ex-atleta poderia cumprir os requisitos necessários para a progressão ao regime semiaberto, aberto e até mesmo para a liberdade condicional, considerando o tempo de remição já reconhecido.

Contexto Legal e Debate Judicial

Em novembro de 2025, a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a alteração da natureza da condenação como crime hediondo. Essa decisão ainda não foi avaliada por Fux. Segundo o procurador-geral Paulo Gonet, a argumentação dos advogados de Robinho carece de fundamento, uma vez que a caracterização do crime hediondo é compatível com a execução da pena conforme a legislação brasileira.

O crime de estupro é classificado como hediondo, independentemente de suas qualificações.

Implicações Legais

A reclassificação do crime pode facilitar a progressão de regime da pena, o que é crucial para a liberdade condicional de Robinho.

  • 1Robinho foi condenado a nove anos de prisão na Itália.
  • 2A defesa busca reverter a classificação de crime hediondo.
  • 3Procuradoria se opõe à mudança e defende a definição atual.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de Justiça