Testemunha defende Jairinho no caso da morte de Henry Borel
Miriam Santos Rabelo Costa relatou agressões e pode influenciar julgamento.

A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu que Miriam Santos Rabelo Costa será ouvida como testemunha de defesa de Jairinho, acusado pela morte do menino Henry Borel, durante o júri que ocorrerá em 25 de maio.
Jairinho é acusado de ser responsável pelo falecimento da criança em março de 2021, e também enfrentará no tribunal a mãe de Henry, Monique Medeiros, que é ré por homicídio por omissão, tortura e coação.
✨ Miriam, de 67 anos, relatou agressões físicas e psicológicas sofridas pelo pai de Henry, Leniel Borel, em uma viagem a Orlando, EUA, em 2022.
O processo de inclusão de Miriam como testemunha ganhou nova perspectiva após a decisão a favor da defesa, que ocorreu em sessão no dia 28 de abril. O relator, desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, já havia dado autorização prévia em caráter liminar, mesmo após a 2ª Vara Criminal ter negado anteriormente o pedido, alegando falta de relevância no depoimento.
O Ministério Público do Rio de Janeiro e Leniel Borel se manifestaram contra a participação da testemunha, mas o relator argumentou que não considerar o depoimento poderia gerar questionamentos sérios sobre a lisura do julgamento, levando à sua inclusão novamente na lista de testemunhas do caso.
Contexto
O caso Henry Borel envolve questões complexas de violência doméstica e é um dos processos mais comentados do país, levantando discussões sobre direitos das crianças e proteção familiar.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Justiça

Feminicídio em Aracaju: Mulher é Morta pelo Companheiro em Queda do 9º Andar
Caso ocorreu na noite de terça-feira, resultando em feridos entre os vizinhos que tentaram socorrer a vítima.

Minas Gerais: jovem é presa por assassinato da filha recém-nascida
Mulher de 21 anos confessou o crime e revelou ter matado outro filho no ano anterior.

Senado reconhece vicaricídio como crime hediondo
Pena pode variar entre 20 e 40 anos de prisão para assassinato de filhos ou parentes em contexto de violência doméstica.

TJ da Bahia em Foco: Apuração contra Desembargador por Crítica a Pensão a Vítima de Violência
Investigação será realizada após declarações controversas sobre concessão de pensão a mulher que sofreu abusos.





