Texas processa Netflix por coleta de dados e conteúdo viciado
Ação judicial acusa violação da privacidade e práticas enganosas.

O estado do Texas entrou com uma ação contra a Netflix, alegando que a plataforma espiona usuários, incluindo crianças, e cria um serviço viciado.
Formalizada no condado de Collin, a denúncia alega que a Netflix enganou seus consumidores ao afirmar que protege a privacidade, enquanto na verdade, coleta e vende dados pessoais por bilhões de dólares anualmente.
✨ Acusações incluem vigilância e práticas projetadas para manter os usuários viciados.
O documento judicial destaca que a Netflix utiliza um design técnico para monitorar os hábitos de visualização, preferências e outros dados sensíveis dos usuários.
Práticas Viciantes da Plataforma
Além das acusações de espionagem, a ação aponta que o recurso de reprodução automática da Netflix contribui para um consumo compulsivo de conteúdo. Essa função inicia novos vídeos automaticamente, fomentando uma visualização contínua, especialmente de crianças.
"O objetivo final da Netflix é simples e lucrativo: manter crianças e famílias assistindo para coletar dados e monetizá-los.
Ken Paxton, procurador-geral do Texas, sustenta que a Netflix violou leis estaduais sobre práticas comerciais e solicita que a empresa elimine os dados obtidos ilegalmente, além de enfrentar multas de até 10 mil dólares por infração.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Justiça

Netflix deve reembolsar assinantes após decisão judicial na Itália
Tribunal considerou aumentos de preços ilegais e determinou compensação

Advogadas condenadas por manipular inteligência artificial na Justiça
Uso de técnica oculta resulta em severa punição judicial

Flávio Dino analisa caso de deserção no Exército e acordos penais
Supremo Tribunal Militar confirma condenação de ex-soldado

Polícia Federal investiga gestão de recursos públicos em Cajamar
Operação revela supostas irregularidades na previdência dos servidores





