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Mercado de carbono brasileiro é debatido pela Sociedade Rural Brasileira

Encontro abordou regulamentação e oportunidades no setor agrícola

Giovani Ferreira22 de abril de 2026 às 16:45
Mercado de carbono brasileiro é debatido pela Sociedade Rural Brasileira

Um debate significativo sobre a regulamentação do mercado de carbono no Brasil foi conduzido pelo comitê de sustentabilidade da Sociedade Rural Brasileira (SRB) nesta manhã, destacando a relevância dessa dinâmica econômica para o setor agrícola.

Resultados do debate

O CEO do Instituto Equilíbrio, Eduardo Bastos, avaliou os resultados do encontro como positivos, principalmente pela participação de membros importantes do Ministério da Fazenda e da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono. Ele sublinhou a necessidade de uma compreensão clara das fases futuras do mercado regulado e a urgência de alinhar o agronegócio com a agenda ambiental.

Papel da SRB

Marissa Vilela, coordenadora do comitê de sustentabilidade da SRB, destacou que a criação de um mercado de carbono bem estruturado é um desafio complexo, exigindo metodologias consistentes para medir e verificar as emissões. Ela mencionou a importância da Lei 15.042, que começará a valer em 2024 e estabelece prazos até 2026 para a definição das normas necessárias.

Desafios e oportunidades

A adoção de práticas agrícolas sustentáveis é um dos principais desafios para a implementação do mercado de carbono. O financiamento dessas práticas é crucial para facilitar a transição no setor. Métodos como o plantio direto e a integração lavoura-pecuária-floresta podem contribuir na geração de créditos de carbono.

A colaboração entre o Ministério da Fazenda e o setor agrícola é fundamental para direcionar recursos e promover a sustentabilidade.

Gerar créditos de carbono traz uma série de vantagens, como aumento da produtividade e acesso a mercados diferenciados. O debate sobre o tema deve continuar, visando fornecer mais informações e fortalecer a synergia entre o agronegócio e as políticas ambientais.

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