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Mercado de óleos vegetais registra alta e baixa em abril e maio

Óleo de soja se destaca enquanto óleo de palma enfrenta pressão

Giovani Ferreira07 de maio de 2026 às 02:00
Mercado de óleos vegetais registra alta e baixa em abril e maio

Entre o final de abril e o início de maio, o mercado de óleos vegetais apresentou desempenhos variados, influenciados por fatores relacionados à energia, demanda e perspectivas globais de oferta.

Conforme a análise da StoneX, o aumento nos preços do petróleo e a estagnação nas negociações de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã sustentaram os valores no mercado internacional. O óleo de soja se destacou, com o contrato para julho atingindo US¢ 75,16 por libra-peso, o maior valor desde novembro de 2022.

Óleo de soja atinge o maior patamar desde novembro de 2022.

Durante uma semana marcada por volatilidade, a demanda robusta nos Estados Unidos ofereceu suporte ao óleo de soja. Por outro lado, o óleo de palma apresentou uma queda, com o valor encerrando a semana em aproximadamente USD 1.152 por tonelada, afetado por previsões desfavoráveis de curto prazo e uma diminuição nas exportações da Malásia em abril.

O avanço dos mandatos de biodiesel na Ásia foi acompanhado pelo mercado, embora os impactos relacionados ao fenômeno El Niño tivessem menor destaque. Na segunda-feira (4), contudo, o óleo de palma voltou a subir na Bolsa da Malásia, com o contrato cotado a USD 1.152 por tonelada, registrando um aumento de 1,55% após o governo malaio anunciar a ampliação da mistura obrigatória de biodiesel para B15 a partir de junho.

Enquanto isso, o óleo de soja em Chicago seguiu cotado na faixa de US¢ 75,3 por libra-peso, sustentado pela demanda americana, mas com os ganhos limitados no início da semana devido à estabilidade e queda dos contratos de diesel.

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