Café, cacau e açúcar enfrentam baixa nas bolsas de Nova York

Nesta manhã de quinta-feira, 4 de junho, o preço do café apresenta uma queda na bolsa de Nova York, refletindo novas previsões para a safra do Brasil, principal país produtor e exportador de arábica.
Os lotes com entrega marcada para julho de 2026 estão sendo negociados a US$ 2,5090 por libra-peso, registrando uma diminuição de 0,87%. A expectativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgada na quarta-feira, aponta que a produção de café do Brasil no ciclo 2026/27 deverá atingir 71,9 milhões de sacas de 60 kg, o que, se confirmado, representa um aumento de 14% em relação ao ciclo anterior e um novo recorde.
Além do café, o preço do cacau também segue uma tendência de queda, apresentando uma redução de 3,17% nos contratos para julho, agora cotados a US$ 3.943 a tonelada, em meio a um movimento de realização de lucros.
O açúcar, por sua vez, opera em leve baixa, com os contratos, que vencem em julho de 2026, caindo 0,28% e sendo comercializados a US$ 14,20 por libra-peso. O algodão também registra desvalorização, com os papéis de julho de 2026 recuando 0,44%, cotados a 76,39 centavos por libra-peso.
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado também estão em baixa, com os mais negociados para julho de 2026 valendo US$ 1,6680 por libra-peso, representando uma queda de 0,95%.
✨ Café do Brasil pode alcançar produção recorde de 71,9 milhões de sacas.
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Jornalista especializado em Mercado Financeiro

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