Brasil e China discutem segurança alimentar em seminário em Pequim
Encontro busca fortalecer laços comerciais e técnicos entre os dois países

Um evento realizado em Pequim nesta quarta-feira (21) reuniu aproximadamente 80 representantes de diversos setores, públicos e privados, do Brasil e da China, com o objetivo de discutir temas vitais como segurança alimentar, sanidade animal e previsibilidade no comércio internacional.
Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em colaboração com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o encontro integrou o Road Show 2026, refletindo o crescente fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e China no segmento de alimentos.
✨ ABPA enfatiza a importância da cooperação técnica entre as nações para a segurança sanitária.
Durante a programação, especialistas abordaram questões técnicas relacionadas à regionalização sanitária, aos fluxos comerciais e à adoção de padrões científicos reconhecidos globalmente, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
O evento contou com a presença de autoridades brasileiras responsáveis pelas áreas de comércio exterior e defesa agropecuária, incluindo nomes como Ricardo Santin, presidente da ABPA; Luís Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); e Marcos Bezerra Abbott Galvão, embaixador do Brasil em Pequim.
Representantes de importantes instituições chinesas, como a China Meat Association (CMA) e o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (MARA), também marcaram presença no seminário.
Contexto
O seminário é parte de uma estratégia da ABPA para fortalecer o diálogo com mercados considerados estratégicos para a proteína animal, em um cenário onde Brasil e China desempenham um papel crucial no abastecimento global de alimentos.
Ricardo Santin destacou que o encontro visa intensificar a colaboração técnica sobre questões que impactam a segurança sanitária e a previsibilidade nos negócios entre os países.
Entretanto, até o momento, não foram divulgados novos acordos ou mudanças que possam influenciar as exportações, tarifas ou regulamentações no comércio entre os dois países. Os próximos passos para facilitar o acesso ao mercado chinês dependem de decisões formais por parte de órgãos competentes.
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