Voltar
negócios
2 min de leitura

Demanda por IA eleva receita da Foxconn em 29,7%

Resultados do primeiro trimestre revelam crescimento sólido, mas riscos globais persistem.

João Pereira05 de abril de 2026 às 16:40
Demanda por IA eleva receita da Foxconn em 29,7%

A Foxconn, principal fabricante de eletrônicos por contrato do planeta, anunciou um crescimento expressivo de 29,7% na receita do primeiro trimestre, impulsionado pela crescente demanda por produtos de inteligência artificial, embora tenha alertado sobre incertezas nas políticas globais.

Com a receita alcançando T$ 2,13 trilhões (equivalente a US$ 66,6 bilhões), o resultado ficou levemente abaixo das expectativas do mercado, que era de T$ 2,148 trilhões segundo análises mais conservadoras. Este aumento é visto como um reflexo direto do robusto crescimento da divisão de produtos de rede e nuvem da empresa, motivado principalmente pelo avanço na inteligência artificial.

Os produtos eletrônicos de consumo, incluindo os iPhones, mostraram um crescimento significativo, com um aumento de 45,6% na receita de março em comparação com o ano anterior, atingindo um recorde mensal.

Para o próximo trimestre, a empresa prevê que as operações continuem crescendo, especialmente na área de racks de IA, que está se firmando como uma tendência de alta. Entretanto, a Foxconn ressaltou a importância de vigiar o cenário político e econômico global, que permanece imprevisível.

No mês passado, seu presidente, Young Liu, identificou a instabilidade econômica e política mundial, em particular a guerra no Oriente Médio, como o principal desafio externo para a companhia este ano. A Foxconn, oficialmente conhecida como Hon Hai Precision Industry, não fornece previsões detalhadas de lucros futuros, mas deve divulgar seus resultados financeiros completos do primeiro trimestre no dia 14 de maio.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de negócios