Movimento é visto como chave para atrair investidores internacionais.

A inclusão da JBS no Russell 3000, administrado pela FTSE Russell, foi avaliada pelo Morgan Stanley como um passo significativo para a reprecificação das ações da empresa no cenário internacional.
Esse índice abrange as maiores empresas listadas nos Estados Unidos, e segundo o relatório do banco, a entrada da JBS pode resultar em um fluxo passivo de investimentos de aproximadamente US$ 190 milhões.
✨ O rebalanceamento dos índices Russell será finalizado em 26 de junho.
Os especialistas do Morgan Stanley ressaltam que a inclusão foi acompanhada de perto pelo mercado nas últimas semanas, caracterizando-se como um fator decisivo para a atração de novos investidores e a otimização dos preços das ações da JBS.
"O ingresso em índices é um aspecto central da nossa tese de re-rating para a JBS
Além do Russell 3000, há expectativa de que a JBS se junte também ao Russell 1000, o que é mais apropriado para empresas de grande capitalização. Essa previsão é fundamentada pelo valor de mercado da companhia, estimado em cerca de US$ 17 bilhões.
Inclusive, a S&P pode considerar a JBS para inclusão em seus índices à medida que a empresa comece a divulgar relatórios trimestrais no padrão americano, conhecido como 10-Q, previsto para início em agosto de 2026.
Os analistas acreditam que uma maior presença nos mercados americanos ajudará a diminuir a disparidade no valuation da JBS em relação a concorrentes como a Tyson Foods, que ainda possui uma valorização superior no múltiplo EV/Ebitda.
Dessa forma, a entrada da JBS em índices renomados pode não somente aumentar a liquidez de suas ações, mas também torná-las mais atrativas para investidores globais.
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Jornalista especializado em Negócios

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