Flávio Bolsonaro e Lula alinham estratégias enquanto desafios de sigilos agitam a campanha.

Os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão se preparando para o último debate televisivo antes das eleições, que acontecerá na sexta-feira (23) no Rio de Janeiro.
Hoje, ambos os candidatos estão focados em suas campanhas, com atividades internas em Brasília. O objetivo é definir estratégias para os atos, discursos e redes sociais que serão utilizados até o final do segundo turno.
✨ Enquanto Bolsonaro se reunirá com sua equipe e aliados, Lula, sem compromissos públicos, se concentrará em preservar sua voz para o debate.
No lado de Bolsonaro, o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se juntará a ele para discutir as táticas a serem utilizadas no confronto com Lula. Bolsonaro já finalizou seus eventos de rua em São Paulo e no Nordeste, priorizando sua preparação para o debate.
O presidente Lula, por sua vez, passará o dia no Palácio da Alvorada, onde sua equipe se reunirá para apresentar novas propostas ao Tribunal Superior Eleitoral, além do desafio sobre a abertura de sigilos financeiros.
O “desafio dos sigilos” entre os candidatos tornou-se um tema central na campanha. Lula já apresentou ao TSE a liberação de seus sigilos e aguarda a resposta de Bolsonaro, que também pretende abrir os próprios dados.
A coordenação das campanhas, em nota, indicou que Lula irá ao TSE protocolar sua resposta e está a espera que Bolsonaro também cumpra seu compromisso.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Operação teve como alvo Raimundo Cutrim, apontado pela investigação como fonte do jornalista Luís Pablo; medida foi solicitada pela Polícia Federal e teve parecer favorável da PGR.

Presidente mantém liderança nas pesquisas, mas vê Flávio Bolsonaro reduzir a diferença. Relações com Estados Unidos e Argentina, investigações envolvendo pessoas próximas e cenário econômico também entram no centro do debate político.

Apenas cinco dos 29 candidatos que usaram os nomes nas urnas conseguiram vencer.

Eleições presidenciais estão empatadas, segundo análise das campanhas.