Ação visa apurar o uso irregular da imagem do candidato em materiais eleitorais falsos.

A coligação "Juntos para Mudar, Coragem para Reconstruir", que apoia o candidato Eduardo Paes (PSD), protocolou uma petição alertando sobre a distribuição de panfletos que incorretamente associam sua imagem aos números 13 e 22, que não pertencem a sua candidatura.
A solicitação inclui uma ordem de busca e apreensão na gráfica responsável, além de uma perícia para rastrear a cadeia de produção e distribuição dos materiais. A coligação também pede que o Ministério Público Eleitoral investigue os responsáveis pela distribuição.
✨ Caso os panfletos não sejam retirados do circulation, a campanha propôs uma multa diária de R$ 100 mil.
Fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) encontraram os materiais irregulares, que associavam o número 22, do candidato Douglas Ruas (PL), à imagem de Paes. A incidência foi reportada em Nova Iguaçu, e a situação está sendo investigada pelo Ministério Público Eleitoral.
No recente primeiro turno das eleições de 2026, um total de 204.309 votos foram anulados com o número 13, muito utilizado na campanha presidencial de Lula (PT), que não correspondia a nenhum candidato ao governo do estado. Se todos esses votos fossem atribuídos a Paes, isso ainda não garantiria sua vitória no primeiro turno.
Eduardo Paes obteve 42,76% dos votos, enquanto Douglas Ruas liderou com 49,27% e segue para o segundo turno.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política




Ex-governador Azevêdo e Veneziano Vital do Rêgo garantem vagas no Senado.

Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) coloca Lula à frente no primeiro turno e em empate técnico com Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno

Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) mostra disputa apertada; senador também justificou ausência no primeiro debate presidencial

Entidade se posiciona após polêmica envolvendo Flávio Bolsonaro e ataques a imagens religiosas.