Voltar
política
2 min de leitura

Congresso aprova MP que redefine financiamento da Polícia Federal

Mudanças na arrecadação de apostas esportivas beneficiam a Funapol

Carlos Silva01 de julho de 2026 às 15:50
Congresso aprova MP que redefine financiamento da Polícia Federal

Na quarta-feira (1º), uma comissão mista do Congresso Nacional deu sinal verde para a medida provisória que modifica as diretrizes de financiamento da Polícia Federal, além de reestruturar as regras de destinação de receitas provenientes de apostas esportivas. O texto agora está pronto para ser discutido pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

A medida, que foi assinada pelo governo federal no início de abril e já está em vigor, deve receber a aprovação do Parlamento para se consolidar como lei. As alterações propostas na MP afetam uma legislação anterior, datada de 2018, e visam a melhorar a distribuição da arrecadação gerada pelo setor de apostas.

O Funapol, fundo destinado a operacionalizar as atividades da Polícia Federal, terá acesso progressivo a parte do montante arrecadado com apostas esportivas, com uma inclusão gradual de recursos.

Conforme as novas diretrizes, o Funapol deverá receber um incremento de 1% em 2026, 2% em 2027, atingindo a meta de 3% nos anos seguintes. As modificações não se restringem apenas aos recursos das apostas, mas também ampliam as fontes de receita do fundo, incorporando verbas provenientes de apostas de quota fixa, além de doações nacionais e internacionais para o combate à criminalidade organizada.

Contexto

A necessidade de viabilizar recursos para a Polícia Federal ganhou destaque com a proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, apresentada pelo governo no ano passado. O texto também abrangeu discussões sobre o bloqueio e a movimentação financeira dos recursos destinados ao FNSP, Funpen e Funapol.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de política