Nova emenda prevê uma transição de 14 meses para adaptação das empresas

O Congresso Nacional aguarda a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um período de transição de 14 meses para a adaptação das empresas ao novo regime de jornada de trabalho.
Com a aprovação do texto pelo Senado, a próxima etapa para implementar a nova jornada é a publicação da emenda constitucional. O período de transição começará a contar apenas após essa promulgação.
✨ Após a publicação da emenda, a jornada máxima de trabalho será reduzida de 44 para 42 horas semanais em dois meses, com dois dias de repouso semanal.
A transição ocorrerá em duas etapas: primeiro, a redução para 42 horas em dois meses; depois, a jornada máxima cairá para 40 horas ao final dos 14 meses, completando a implementação.
O texto mantém o limite de oito horas diárias e permite compensações de horários. Durante a primeira fase, acordos e convenções coletivas poderão ajustar a jornada diária, respeitando os dois dias de descanso.
A PEC também permite que convenções ou acordos coletivos estabeleçam escalas diferentes da 5x2, desde que garantam ao menos duas folgas semanais, e ainda regulamenta jornadas específicas para setores como saúde e segurança.
Além disso, para microempreendedores, o texto autoriza a criação de medidas transitórias, condicionadas à preservação dos níveis de emprego.
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Mudanças incluem redução da carga semanal e ampliação do descanso remunerado.

Proposta poderá reduzir jornada de 44 para 40 horas semanais com garantias de descanso.

Proposta visa substituir a escala 6x1 e garantir duas folgas semanais.

Mudanças nas jornadas de trabalho entram em vigor em até 14 meses