Presidente do Senado critica radicalismo e agressões que marcaram a campanha.

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), manifestou nesta quarta-feira (4) sua preocupação com a promoção de ofensas entre políticos durante as eleições. Alcolumbre destacou o resultado do primeiro turno do Partido Liberal (PL) e respondeu a críticas feitas pelo líder da legenda, Carlos Portinho (PL-RJ).
"Algumas vezes, alguns colegas nossos passam apenas do debate para as agressões em relação a esta presidência", afirmou. Alcolumbre lamentou que muitos políticos no Brasil tenham se promovido ofendendo e agredindo os outros para ganhar as eleições.
✨ Alcolumbre criticou as agressões que buscam apoio do 'radicalismo horrível' que prevalece no Brasil, afirmando que elas se fundamentam em mentiras e ameaças.
O presidente do Senado também repudiou declarações que colocaram em dúvida os resultados das eleições, como as feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) após o segundo turno. Segundo ele, a urna eletrônica foi confiável no primeiro turno, que elegeu deputados e senadores do PL, mas passou a ser questionada na segunda votação.
A sua fala se deu após Portinho cobrar a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa reduzir a maioridade penal. Alcolumbre já havia afirmado que não votaria o tema neste dia, gerando mais críticas do líder do PL.
Portinho, por sua vez, defendeu que o Senado deveria ter maior autonomia em relação à Câmara dos Deputados e reiterou o compromisso de votação que, segundo ele, não foi cumprido. A troca de farpas entre os parlamentares evidenciou as tensões políticas atuais, com aliados de Alcolumbre saindo em defesa do presidente do Senado.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Parlamentar do PDT não se reelegeu e ficará afastada do Senado até fevereiro de 2027.

Marina Silva e Guilherme Derrite lideram, com 14% das intenções de voto cada.

Senador do Rio de Janeiro chama resultado do segundo turno de 'sacanagem' e tentará anulação da votação.

Presidente mantém liderança nas pesquisas, mas vê Flávio Bolsonaro reduzir a diferença. Relações com Estados Unidos e Argentina, investigações envolvendo pessoas próximas e cenário econômico também entram no centro do debate político.