Senador eleito defende alternativas à presidência do Senado e mudanças nas atribuições do STF.

O senador eleito por São Paulo, Guilherme Derrite (PP), afirmou que não votará em Davi Alcolumbre para a presidência do Senado, indicando que enxerga dificuldades para a reeleição do atual presidente. Ele mencionou Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) como possíveis alternativas para o cargo.
Em sua participação no Estúdio i, da GloboNews nesta quinta-feira (8), Derrite ressaltou que o próximo presidente do Senado deve estar alinhado com as pautas da direita. "Não vejo o Davi Alcolumbre com chance de vitória. Aliás, já declarei publicamente que não votaria nele", declarou.
✨ Derrite defendeu a reforma do Judiciário a partir de 2027, propondo mudanças nas atribuições do Supremo Tribunal Federal (STF) e criticou as decisões monocráticas.
Derrite, que foi ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo e recebeu 13.273.880 votos, tornando-se o senador mais votado da história, também se posicionou a favor do impeachment de ministros do STF, afirmando que todos os que cometeram crimes de responsabilidade deveriam ser responsabilizados.
Questionado sobre a possibilidade de assumir o Ministério da Justiça se Flávio Bolsonaro for eleito presidente, Derrite disse que não há nada discutido a respeito e reiterou seu apoio à candidatura de Bolsonaro sem condições.
Além disso, Derrite manifestou ser favorável ao fim da reeleição para presidentes da República, governadores e prefeitos, porém não especificou a duração dos mandatos. Essa questão ficará a cargo do Congresso.
Na área de segurança pública, ele acredita que a proposta de redução da maioridade penal deve ter um avanço significativo no Congresso a partir de 2027, mencionando a existência de uma comissão especial na Câmara para analisar o assunto.
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Jornalista especializado em Política

Marina Silva e Guilherme Derrite lideram, com 14% das intenções de voto cada.

Ex-membros das câmaras municipais de São Paulo e Rio de Janeiro foram eleitos deputados federais.

Presidente mantém liderança nas pesquisas, mas vê Flávio Bolsonaro reduzir a diferença. Relações com Estados Unidos e Argentina, investigações envolvendo pessoas próximas e cenário econômico também entram no centro do debate político.

Fundado em 1980, o Partido dos Trabalhadores é uma das principais siglas da política brasileira e teve papel de destaque em diferentes governos federais.