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política
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Eduardo Bolsonaro pode ser demitido da PF por abandono de cargo

Recomendação da PF será analisada pelo ministro da Justiça

Gabriel Rodrigues21 de julho de 2026 às 14:35
Eduardo Bolsonaro pode ser demitido da PF por abandono de cargo

A Polícia Federal (PF) sugeriu a demissão de Eduardo Bolsonaro após finalizar um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) apontando abandono de cargo. A decisão final caberá ao ministro da Justiça, responsável por avaliar o caso.

A recomendação representa um risco significativo para Eduardo, principalmente considerando que a carreira na PF oferece um faturamento inicial superior a R$ 14 mil, além de crescimento salarial com o tempo de serviço.

Detalhes do Caso

Eduardo estava temporariamente afastado de suas funções como escrivão, para exercer seu mandato na Câmara dos Deputados. Entretanto, após a perda do cargo em dezembro de 2025 por faltas excessivas, sua volta à PF era obrigatória, mas isso não ocorreu, levando à apuração de faltas injustificadas por mais de 30 dias consecutivos.

A PF é rigorosa em casos de abandono de cargo, e a situação de Eduardo enfatiza a importância de suas funções, que incluem a formalização e organização de procedimentos em investigações judiciais.

O salário inicial para um escrivão da PF gira em torno de R$ 14.164,81, podendo alcançar até R$ 21.987,38 com a progressão na carreira.

Contexto Adicional

A Situação Atual de Eduardo Bolsonaro

Desde 2025, Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos e alegou estar sob perseguição política. Recentemente, recebeu um green card que permite sua residência e trabalho permanentes no país.

O processo de demissão foi oficialmente enviado ao Ministério da Justiça para decisão. O ministro Wellington Lima e Silva agora precisa avaliar se a penalidade será aplicada, considerando o histórico e contexto do ex-parlamentar.

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