Investigação revela práticas suspeitas por parte do ex-deputado

O ex-deputado federal Eduardo Cunha, filiado ao Republicanos de Minas Gerais, enfrenta sérias acusações após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que bloqueou R$ 6 milhões de seus bens devido a indícios de desvio de emendas parlamentares.
A decisão, divulgada em 12 de julho de 2026, é um desdobramento das investigações da Operação Transparência, que revelaram que Cunha utilizou a servidora Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, para manobrar a destinação de recursos públicos conforme seus interesses pessoais.
✨ Cunha já foi presidente da Câmara dos Deputados e é conhecido por seu papel no impeachment de Dilma Rousseff.
As investigações indicam que pelo menos 21 emendas parlamentares, totalizando R$ 6,15 milhões, foram manipuladas, com documentação falsificada para esconder o verdadeiro solicitante. O ministro Flávio Dino detalhou que, em diversas ocasiões, Cunha demonstrou ter acesso a uma cota informal de recursos, que eram alocados de acordo com suas diretrizes políticas.
"O ex-deputado nunca manteve vínculos políticos com Minas Gerais, e suas ações mostram um desvio dos interesses públicos em favor de interesses pessoais
Cunha, que atuou na Câmara de 2003 a 2016 pelo estado do Rio de Janeiro, teve seu mandato cassado após uma série de escândalos relacionados à Operação Lava Jato e mentiras em investigações parlamentares. Em 2023, suas condenações anteriores foram anuladas pelo STF.
Com planos de retornar à política, Cunha anunciou sua pré-candidatura a deputado federal por Minas Gerais, que ele considera a 'síntese do Brasil' devido à sua diversidade.
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Jornalista especializado em Política




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