Após prorrogação das votações, empresário e ex-conselheiro criticam legitimidade da vitória de Lula.

Elon Musk, bilionário sul-africano e CEO da Tesla, e Steve Bannon, ex-conselheiro da Casa Branca, levantaram dúvidas acerca da legitimidade dos resultados das eleições brasileiras, que culminaram na vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) por uma margem de três pontos percentuais.
Musk expressou sua inquietação em uma postagem na rede X, destacando a discrepância de 9,3 milhões de votos a favor de Lula. "A conta não fecha", escreveu ele, compartilhando um post relacionado que questionava os resultados.
Bannon, por sua vez, criticou o pleito em seu podcast, referindo-se ao resultado como "ilegítimo" e alegando que a vitória de Lula representava um "governo marxista ilegal". Ele também pediu que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o presidente Donald Trump cortassem relações com o Brasil.
✨ Os comentários de Musk e Bannon surgiram após a prorrogação do horário de votação, que foi estendida até as 19h do domingo (25), em razão de problemas de transporte em diversas áreas do país.
A prorrogação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, às 17h. Contudo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a extensão se aplicava apenas a seções eleitorais ainda abertas, sem permitir a reabertura de urnas já fechadas.
Apesar dos contratempos, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reafirmou que a prorrogação não afetou os resultados eleitorais. Lula foi reeleito com 51,79% dos votos, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 48,21%, resultando em uma diferença de 4,4 milhões de votos.
Nunes Marques enfatizou: "Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial. Temos absoluta confiança em todo o processo eleitoral".
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Analista ressalta a sofisticação do eleitor em relação às ações do governo.

Presidente reeleito obteve mais de 64 milhões de votos nas eleições de 2026.

Presidente busca aprovar pautas prioritárias em Brasília; senador está em Alagoas.

Presidente mantém liderança nas pesquisas, mas vê Flávio Bolsonaro reduzir a diferença. Relações com Estados Unidos e Argentina, investigações envolvendo pessoas próximas e cenário econômico também entram no centro do debate político.