Carta de sete ex-ministros critica gestão da saúde durante a pandemia e pede reflexão antes do voto.

Na terça-feira, um grupo composto por sete ex-ministros da Saúde dos governos Dilma Rousseff, Michel Temer e Lula, liderados pelo atual chefe da pasta, Alexandre Padilha, divulgou uma carta em que alertam sobre os potenciais riscos que o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrentaria se Flávio Bolsonaro vencer a eleição no segundo turno.
No texto intitulado “Lula e Alckmin reconstruíram o SUS. Os Bolsonaros querem destruir de novo”, os signatários pedem que os eleitores avaliem o histórico da gestão de saúde durante o governo Jair Bolsonaro. Eles criticam a estratégia adotada durante a pandemia de Covid-19, afirmando que a administração do ex-presidente despriorizou o conhecimento científico.
✨ O documento enfatiza que o Brasil registrou mais de 700 mil mortes pela Covid-19, mencionando a falta de oxigênio em hospitais e declarações de Jair Bolsonaro sobre as vítimas.
Além disso, os ex-ministros mencionam retrocessos significativos na vacinação infantil e na oferta de medicamentos pelo programa Farmácia Popular, contrastando com os avanços da gestão Lula, como a ampliação do acesso a medicamentos gratuitos e a recuperação do status do Brasil como livre do sarampo.
Os ex-ministros também destacam a importância de investimentos em tecnologia e em capacidade nacional de produção de medicamentos, vacinas e equipamentos, criticando ainda mensagens que desvalorizam o acesso a novos tratamentos.
Além de Padilha, assinam o texto figuras como Nísia Trindade, Gilberto Occhi, Marcelo Castro e outros ex-ministros. A carta também aponta que a gestão do ex-capitão trouxe prejuízos à saúde pública, pedindo atenção da população para o impacto que isso poderia ter no futuro.
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