Reunião com mulheres conservadoras é marcada pela ausência de lideranças femininas

Nesta quarta-feira, 1º, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) buscou minimizar os danos decorrentes da crise com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e as controvérsias geradas pelo influenciador Paulo Figueiredo em um café da manhã com mulheres conservadoras em Brasília.
O evento teve como intuito aproximar a pré-campanha de Flávio do eleitorado feminino, mas foi marcado pela ausências de líderes femininas importantes do PL, além de suas intervenções distantes em relação a aliados polêmicos.
✨ Durante a reunião, Flávio repudiou publicamente as declarações de Figueiredo, que criticou o voto feminino de maneira ofensiva.
Após o comentário de Figueiredo, que diminuiu a capacidade de escolha das mulheres ao afirmar que 'mulher vota muito mal', Flávio se posicionou contra a fala e afirmou que a responsabilidade pelas dificuldades da campanha não era delas, mas sua própria sobras.
Ele ressaltou que a falta de apoio da campanha às eleitoras não é culpa delas, mas sim de falhas na comunicação por parte da direita.
Flávio enfrentou também a mesma dificuldade que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, teve nas eleições anteriores: conquistar a confiança das mulheres eleitoras, que representam mais da metade do eleitorado.
O café da manhã, embora estruturado para fortalecer o diálogo com eleitoras, foi ofuscado pela falta de comparecimento de figuras femininas importantes, como Damares Alves e Tereza Cristina.
Ao final, Flávio propôs portas abertas para Michelle na campanha, tentando apaziguar a relação e reafirmar laços familiares e políticos, mesmo em um ambiente tumultuado. A necessidade de gerenciar esta crise torna sua candidatura ainda mais desafiadora.
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